Parece brincadeira de criança, mas não é bem assim. Automobilismo é um esporte caro, e por isso muitos apaixonados por velocidade estão revendo seus conceitos, tornando-se adeptos ao automobilismo virtual ( o “AV” como é comumente citado). Com jogos de computadores que são verdadeiros simuladores de corridas, com diversas categorias baseadas no automobilismo real, somado à isso tudo um joystick (volante, pedais e câmbio), existem muitos adultos voltando a “serem crianças”. Os jogos possuem a possibilidade de modificar setup do carro, ajustando o carro para a sua própria tocada (como é feito no automobilismo real).
Quem se achar bastante competitivo pode participar de campeonatos que acontecem na internet, competindo com adversários de qualquer lugar do mundo. Esses campeonatos são organizados por ligas criadas pelos competidores, as regras são iguais as do automobilismo real e tem até transmissão ao vivo das etapas, com narração e comentarista. Alguns campeonatos, mais bem organizados, tem até premiação no final do certame.
Esse automobilismo não é só para amadores, muitos profissionais do ramo automobilístico “brincam” no computador, são pilotos profissionais, chefes de equipes, etc. Ainda a falta de patrocínio faz com que pilotos na vida real abandone os cockpits de verdade e acelerem virtualmente, é o caso do piloto catarinense Gabriel Bechtold, que já mostrou ser competitivo nas pistas de terra e asfalto em Santa Catarina e no Paraná, mas está sem competir por falta de ajuda financeira. Gabriel é líder nas categorias que disputa no automobilismo virtual, isso exige muito treino e dedicação, quem pensa que é brincadeira está enganado.
Os custos variam entra 2 a 20 mil reais, depende do “apetite do piloto”. As dicas são ter um computador com processador bom, memória RAM 2gb ou superior e uma placa de vídeo própria para jogos, também é importante ter um monitor com tecnologia LCD para não prejudicar a visão. O custo de um computador com essa configuração e um joystick modelo G25 Logitech, o mais usado, fica entre 3 a 4 mil reais. Ainda existem cockpits exclusivos para esses jogos, que encarecem bastante o orçamento da “equipe”.
Quem se achar bastante competitivo pode participar de campeonatos que acontecem na internet, competindo com adversários de qualquer lugar do mundo. Esses campeonatos são organizados por ligas criadas pelos competidores, as regras são iguais as do automobilismo real e tem até transmissão ao vivo das etapas, com narração e comentarista. Alguns campeonatos, mais bem organizados, tem até premiação no final do certame.
Esse automobilismo não é só para amadores, muitos profissionais do ramo automobilístico “brincam” no computador, são pilotos profissionais, chefes de equipes, etc. Ainda a falta de patrocínio faz com que pilotos na vida real abandone os cockpits de verdade e acelerem virtualmente, é o caso do piloto catarinense Gabriel Bechtold, que já mostrou ser competitivo nas pistas de terra e asfalto em Santa Catarina e no Paraná, mas está sem competir por falta de ajuda financeira. Gabriel é líder nas categorias que disputa no automobilismo virtual, isso exige muito treino e dedicação, quem pensa que é brincadeira está enganado.
Os custos variam entra 2 a 20 mil reais, depende do “apetite do piloto”. As dicas são ter um computador com processador bom, memória RAM 2gb ou superior e uma placa de vídeo própria para jogos, também é importante ter um monitor com tecnologia LCD para não prejudicar a visão. O custo de um computador com essa configuração e um joystick modelo G25 Logitech, o mais usado, fica entre 3 a 4 mil reais. Ainda existem cockpits exclusivos para esses jogos, que encarecem bastante o orçamento da “equipe”.
Uma volta no Autodromo Internacional de Curitiba com o Gabriel "Koyzinho" Bechtold no automobilismo REAL:
http://www.youtube.com/watch?v=GBVXBfhA7F4
Agora no VIRTUAL:
http://www.youtube.com/watch?v=uNjJ3zcEdsg
Transmissão ao vivo das corridas pela internet:
http://www.gridtv.com.br/
Joystick modelo G25 Logitech, o mais usado, com três opções de câmbio (borboleta, seqüencial e câmbio em H).
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